[ras.] A experiência da ALMG com o uso de software livre

25/out/2007(rascunho)

Participei da palestra cujo o tema era “Software Livre – A Experiência da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais”, ministrada pelo Dr. Marcelo Migueletto, diretor de informática da ALMG, na Escola do Legislativo Fluminense. A Escola do Lesgislativo funciona na Rua da Alfândega, nº 8, 2º andar,  no Centro, cidade do Rio de Janeiro.

A Palestra esclareceu dúvidas mais comuns dos mais diversos públicos sobre a mudança de software aplicativos proprietário para seu similares livre. Especificamente, da troca da ferramenta de produtividade para escritório Microsoft Office (versão 97) pelo OpenOffice.org 2.

Chegando com a Palestra já iniciada, apresento em seguida um breve resumo das estratégias adotadas pela direção de informática da ALMG, que reduziu em 35% os gastos com atualização de softwares.

A motivação principal para adoção do OpenOffice, segundo seu diretor é redução de gastos.

É fato que a estratégia da Microsoft é abandonar o suporte sério para versões antigas de programas, ficou evidente que a troca para seu equivalente livre, que sempre esta disponível e atualizado, sem exigir nenhum pagamento é até mais prático.

Foi adotada uma estratégia de gradativa substituição, quando passaram a palavra para perguntas, perguntei se há intenção de substituição mais radical para softwares livres como o sistema operacional para Desktops por exemplo. A resposta foi uma repetição de trecho da explicação – A intenção é “substituir os pratos” para posteriormente “arrumar a mesa.

A adaptação foi muito mais fácil em relação as espectativas.Muitas barreiras que poderiam colocar dificuldade nessa implantação foram superadas antes das mesmas aparecerem, em seu planejamento.

as estratégias:

  1. Produção de guias para uso dos aplicativos, levando em consideração tarefas que os usuários utilizavam até aquele momento usando aplicativos proprietários.

  2. Treinamento de todo o setor de informática;

  3. Treinamento de pessoal de outros setores;

  4. Substituição total nas máquinas dos setores – [Devido a observações concluiram que na primeira dificuldade no uso de uma nova ferramenta (Editor de textos, por exemplo), o usuário se deslocava para a máquina na qual estava instalado o software antigo (proprietário), por já possuir uma experiência no mesmo, tornando a descoberta de outros recursos no novo indefinidamente adiada].

  5. Utilização de pesquisa: considerando a experiência de grupos iniciantes, intermediários e experientes no uso do computador.

Conclu.

Achei muito interessante, apesar do discurso inicial da que a conversão de alguns aplicativos para o software livre foi estritamente Administrativo, visando custo/benefício,  Migueletto ressaltou uma importância para adoção de programas de códigos abertos, citou diversos exemplos de incidentes como caso de espionagem geradas por produtos Microsoft, cujo seu principal produto é o sistema operacional, ou seja, a mesa e a toalha da mesa, e não somente seu produto “prato”.

Se a Alerj pretende fazer o mesmo, acredito que precisa amadurecer mais a ideia, a palestra pode render mais frutos se a plateia for ampliada em funcionamento mais interativo, inclusive com publico da internet. Não só a Alerj deve adotar o Software Livre assim como toda entidade pública. E se realmente for mudar, por que não ser mais ousado, mudar inclusive a mesa. Ultimamente, se o problema maior é realmente o cultural, acredito que para a maioria dos aplicativos usados pela Assembléia Legislativa, há um similar livre eficiênte. O problema é que para um projeto desse dar certo, depende da vontade e apoio dos que realmente irão sofrer maior impacto no ponto de vista de implantação operacional, que são os funcionários do suporte de informática.

Para a adoção do BrOffice.org, não há grandes dificuldades já que o unico trabalho é instalar e treinar o pessoal, a maioria do material pode ser reaproveitado, da própria experiência de Minas. Boa vontade e economia.

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Extensões para Mozilla Firefox recomendadas

1. Megaupload: diversos links de blogs de filmes e comunidades do Orkut irão apontar para esse servidor a maioria das vezes, é um do mais populares. Só que ele é “fresco”, ou seja, exige que você instale uma barra no Internet Explorer. Porém no Windows, no Ubuntu ou em OS X prefiro o Mozilla Firefox. Essa extensão burla a necessidade do IE e da barra de navegação no Firefox.

2.Translator: instalando essa extensão o Mozilla adicionará uma entrada no menu, que é acessado pressionando com o botão direito sobre alguma página web, que irá traduzir para diversos idiomas.

3. Gspace: permite usar sua conta de e-mail do Gmail como um disco virtual para você guardar seus arquivos e de qualquer lugar poder baixa-los do seu correio eletronico.

4. Chatzilla: cliente de IRC

5. Fast Video Download: salva videos, como o do Youtube e GoogleVideos.

6. IPShow: mostra o ip da página acessada além de diversas outras informações como whois e netcraft.